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Por Austri Junior

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Na Educação Integral, as atividades antes de tudo, sejam elas educativas, esportivas, lúdicas, didáticas e ou pedagógicas devem ter um objetivo, devem fazer sentido e não podem cair no vazio cotidiano. Elas precisam ser bem distribuídas, direcionadas e socializadas, para que os educandos possam perceber e viver a grandeza da educação em tempo integral. A educação integral não pode se transformar em uma “simples creche”, ou em uma mera colônia de férias, onde os educandos vem somente para brincar, passear e comer. Baseado nesses princípios que ponderamos (e dele não abrimos mão), tentaremos desenhar um currículo ideal para o desenvolvimento das atividades dentro do programa:

*Atividades:

1 – Segundas (e quartas) feiras – Atividades dentro do  “Programa Mais Educação“, separando os educandos por faixa etária, de acordo com as oficinas oferecidas;

2 –  Terças feiras – Atividades esportivas nos núcleos esportivos, de acordo com as vagas oferecidas pela SEMESP;

3 – Quartas feiras – Além das atividades no “Programa Mais Educação“, podem ser realizadas atividades sócio-educativas na horta (ou jardim)…, da escola com atividades práticas e palestras sobre meio ambiente, sustentabilidade,  reciclagem, tudo isso ao ar livre, e com a participação efetiva dos educandos.

4 – Quintas feiras – Atividades extra-escolares, programadas e agendadas – que podemos chamar de “Visitas Pedagógicas” – utilizando os espaços sócio-comunitários no município de Vitória e no seu entorno, fazendo uso da política integrada entre secretarias, e parcerias com empresas privadas, tais como: Chocolates Garoto (museu e fábrica), Companhia Vale do Rio Doce (museu e parque), entre outras.

Todos espaços visitados, devem ter como objetivo o ensino-aprendizagem, o crescimento pessoal e a socialização dos educandos. Espaços como o Parque da Fonte Grande, o Parque Pedra da Cebola (entre outros), por exemplo, são grandes fontes de pesquisas botânicas, onde os educados aprendem ludicamente. Entre os espaços onde podem ser feitas as visitas pedagógicas, estão o Planetário de Vitória, a Escola da Ciência e da Física, o Museu da História e da Biologia, que são grandes fontes de saber e conhecimento educativos e lúdicos.

Após a realização das visitas pedagógicas as atividades devem ser socializadas em forma de diálogos, produções de textos, produções artísticas (desenhos), debates, apresentações teatrais… Tudo isso, de acordo com a capacidade de cognição de cada educando. Os educandos devem (e podem) escolher as formas com as quais querem socializar os encontros. Todas as atividades devem ter tempo determinado e bem divido, entre atividades pedagógicas, sócio-educativas e lazer (dentro e fora da escola). O ideal é que uma atividade esteja sempre ligada à outra, fazendo um movimento de ir e vir (um circulo educativo) avançando sempre, com o objetivo de alcançar metas cognitivas, onde fechamos um ciclo e começamos outro, utilizando os profissionais, os materiais e toda a tecnologia disponíveis, tal como: O laboratório de informática;

5 – Sextas feiras – PLANEJAMENTOAvaliar o rendimento das atividades executadas no decorrer da semana, aprimorando o que foi feito e ressignificando tudo o que não atingiu o objetivo proposto. Planejar as atividades da semana seguinte, para que toda a proposta acima se aproxime o máximo possível da realidade do programa, dos educandos e da comunidade escolar.

*Assim funciona  o fazer educativo na educação integral da EMEF Neusa Nunes Gonçalves, e tem dado muito certo. Uma pequena mostra desse trabalho pode ser encontrada nos seguintes links:

A – Blog Pensamento Reflexões:

http://austrijunior.blogspot.com.br/2013/10/educacao-se-faz-educando.html;

B – You Tube:

http://www.youtube.com/watch?v=Neumz9bqImg;

C – Álbum fotográfico na Página Educação Cultura e Sociedade (no facebook): 

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.378000922330077.1073741839.152762521520586&type=1&l=ed4988aef4

Atualizado em 01/12/2013, as 12:40hs, pelo editor Austri Junior

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