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Educação Integral

O governante que investe na formação da criança, dando à ela as condições ideais de aprendizado, baseado nos conceitos de cidadania, não terá a inconveniente preocupação em construir abrigos de ressocialização ou prisões. Há, de fato, um grande esforço dos prefeitos, governadores e da própria União em melhorar a qualidade da educação oferecida às crianças do ensino fundamental, de seis a 14 anos. E uma dessas propostas é a educação integral, através da qual se incentiva o aluno a permanecer maior tempo dentro da escola.

 

É o ideal. Dessa forma, estando mais tempo na escola, o aluno estaria protegido dos perigos da rua, ao mesmo tempo em que se garantiria um maior tempo para seu aprendizado integral. Hoje, infelizmente, a rua e muitas vezes a própria casa são locais inapropriados para a criança e adolescente que moram em situação de vulnerabilidade social, estando expostos a todo tipo de violência, dos entorpecentes e marginalização.


Essa proposta começa a tomar corpo em Ponta Grossa. Neste ano, a comunidade do Ouro Verde deverá receber uma escola de tempo integral. O anúncio foi feito na noite de segunda-feira pelo prefeito Marcelo Rangel, em visita ao bairro. A seu ver, além de grandes avanços no campo da educação, os demais reflexos positivos serão encontrados também nas áreas de segurança alimentar e nutrição, cultura, prática esportiva e desenvolvimento.


Os conceitos sobre educação precisam ser mudados. O formato tradicional não atende às expectativas e há muito tempo deixam de apresentar os resultados almejados. As escolas de tempo integral oferecem, além de uma educação de qualidade no turno regular, oficinas pedagógicas no turno inverso, atendendo os estudantes de forma completa. Há outras vantagens. Além de profissionais capacitados e materiais didáticos, cada estudante recebe no mínimo três refeições diárias, garantindo melhores condições para o seu aprendizado.

Seria excepcional a construção de uma escola deste modelo em cada região da cidade.

 

Editorial

Fonte: Jorna da Manhã    

Publicado em 17 de Março de 2013, às 00h00min | Autor: Da Redação 

 

Educação em tempo integral atenderá 600 unidades em 2013 no Estado de Mato Grosso

 

A partir de 2013 as unidades Estaduais do Campo, Quilombolas e Indígenas terão a educação em tempo integral. Ao todo serão 312 estaduais e 300 municipais que desenvolverão o programa Mais Educação no próximo ano. A informação foi repassada a mais de 220 pessoas que participaram na sexta-feira (26.10) de reunião formativa sobre o programa, na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), conduzida pela consultora do MEC, Samira Lima.


De acordo com a assessora técnica da Seduc, Simone Cristina Rubim Ferreira, “a Seduc é parceira do Mais Educação”, na garantia do cadastramento das Escolas para participarem do programa e na orientação sobre a utilização dos recursos encaminhados pelo MEC. “Ao todo cada Escola receberá entre R$ 30 a 40 mil por ano para desenvolver as ações do programa. O montante de recursos depende da quantidade de alunos que serão atendidos. O repasse é para contratação de monitores para auxiliarem nas atividades do contra turno escolar, bem como aquisição de materiais pedagógicos”, disse Simone.


Ela destaca que este ano, 125 unidades estaduais participam do Mais Educação. Em 2013 serão 312. Com o programa, as Escolas recebem recursos federais para ofertar educação em tempo integral aos alunos. No total, 50 mil alunos do ensino fundamental da rede estadual participam do programa em Mato Grosso.


Funcionamento

Os estudantes atendidos pelo Mais Educação que estudam no período da manhã almoçam nas unidades de ensino e ficam para as atividades do programa realizadas a tarde. Já os que estudam a tarde também ficam o dia todo na escola, porque fazem as atividades de manhã. Entre as ações ofertadas no contraturno estão: letramento, teatro, dança, esportes, música, entre outros.


A Escola Estadual José Leite de Moraes localizada, em Várzea Grande, desenvolve o programa desde o ano passado. De acordo com a diretora, Giuliana Aparecida Sebra, 150 alunos do 1º e 2º ciclo passam o dia na unidade. Entre as atividades que eles desenvolvem no contraturno estão: jornal escolar, reforço no letramento e em matemática, participação em aulas de futsal e de violino, além da rádio escola.


“Nossos alunos gostam muito do programa. Esse projeto tem que ser implantado em todo o país, porque o futuro de nossas crianças e adolescentes passa pelo fortalecimento e expansão da educação por tempo intregral”, finalizou.

 

Fonte: Acesse Notícias

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