Filosofia (e plano de aula para filosofia)

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” As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos.” (Ruben Alves)

Plano de Aula para Filosofia:

 

Descubra de quem é a culpa 

Ser culpado tem outros significados além do que usamos no dia a dia. Explique quais são e mostre porque a sociedade cria “bodes expiatórios” para seus problemas


Objetivos
– Distinguir o sentido da “culpa” em diferentes contextos: jurídico, ético e psicológico.
– Diferenciar “culpa” de “responsabilidade”.
– Compreender o processo social de criação dos “bodes expiatórios”

Conteúdo
– A culpa jurídica
– A culpa ética
– A culpa psicológica
– Implicações das noções de culpa

Anos
Ensino Médio

Material necessário
– Cópias do texto “A arte de culpar os outros” , de Diogo Schelp (Veja, edição 2269, 16 de maio de 2012)

Tempo estimado
Duas aulas

Introdução
Todo mundo tem alguma ideia do que seja culpa. Diante de situações precisas dizemos “ele é culpado por isso”, “eu me sinto culpado de ter feito isso”, “quem agir desse modo deve ser considerado culpado”. No entanto, como acontece com muitas noções do senso comum, usamos esta palavra de maneira intuitiva, sem saber o que realmente significa. A discussão da concepção de culpa com os alunos é uma ótima ocasião para introduzi-los ao campo da ética, fundamental no ensino de Filosofia. Utilize o texto “A arte de culpar os outros”, publicado na Veja, como ponto de partida.

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Flexibilização

O tema trata de uma questão comportamental abstrata e pode não fazer sentido para a pessoa com deficiência, conforme seu grau de compreensão do mundo. Contudo, durante a discussão, ocorrem situações de aprendizagem que muitas vezes não estão programadas pelo professor. Desse modo, a cada passo das aulas, é necessário avaliar o nível de compreensão não só dos alunos com deficiência intelectual mas de todos que compartilham da aula. Apele para perguntas como: o que aprendemos até agora? De que modo podemos utilizar o que aprendemos? Nesse caso, seria interessante que o tema gerasse uma dramatização, ou seja, uma situação de vivência, transformando em fatos as teorias expostas.

Desenvolvimento
1ª Aula
Comece escrevendo na lousa a palavra “CULPA” e peça aos alunos que reflitam sobre ela. Solicite que escrevam, de forma curta e objetiva, uma resposta para a pergunta “O que é a culpa?”.  Sugira que compartilhem as respostas e, a partir delas, mostre que mesmo se alguém fala de culpa no dia a dia com convicção, há mais sentidos para o termo além do que usamos no cotidiano.

Explique que a culpa pode ser entendida de modos distintos. Na dimensão jurídica, significa violação da lei que ocorre por imperícia, imprudência ou negligência. É preciso deixar claro que se diferencia do dolo, a intenção de violar a lei. Assim, em direito, quando um crime foi cometido por culpa, significa que o indivíduo não queria cometê-lo. Ressalte para os alunos a diferença entre o uso do direito e o corriqueiro, que interpreta culpa como a intenção de fazer algo. A frase “ele não tem culpa do que aconteceu” indica que a pessoa não queria que o acontecimento se desenrolasse de determinado modo.

Mostre também que o termo tem a ver com a Psicologia. Cite como exemplo a maneira como Freud descreve o sentimento de culpa. Para o pai da Psicanálise, ela surge de um conflito entre as nossas experiências e aquilo que o superego, a parte inconsciente responsável pela moral e pelos valores, estipula para nós. Assim, o sentimento de culpa é involuntário, pois tem origem em uma instância inconsciente.

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Por fim, explique que, para a Ética, a culpa vem da comparação entre o que pensamos e fazemos e os valores que assumimos em nossa sociedade. Neste sentido, se aproxima da culpa religiosa já que, para a religião, o culpado é aquele que transgride um preceito importante – ou comete um pecado – e, por isso, será punido por uma divindade.

Após essas considerações, distribua  a reportagem “A arte de culpar os outros” . Peça que leiam o texto em casa e reescrevam as suas respostas para a pergunta feita no começo da aula, considerando o exposto em sala e o texto.

2ª Aula
Inicie retomando os principais pontos da aula anterior. Retome também a atividade proposta em casa. Peça aos alunos que leiam suas respostas e que debatam as diferenças. Observe se vincularam culpa à responsabilidade.

Explique que  dizer que alguém é culpado de algo, em qualquer dos sentidos expostos na aula anterior, é o mesmo que atribuir a responsabilidade àquela pessoa. Isto é, significa afirmar que ela é autora de uma ação ruim e que, por isso, deve assumir as consequências.
A princípio, a responsabilidade não tem um sentido negativo, há também responsabilidade sobre boas ações. No entanto, quando falamos em culpa, pensamos em um sujeito responsável por algo negativo.

A partir disso, mostre como a inclinação a caçar culpados pode ser uma forma de se eximir das responsabilidades. Aquele que é culpado deve ser punido (sentido legal), ou sofrer reprimenda e correção (sentido moral), ou ser imolado (sentido religioso), por isso a identificação de um culpado permite, ao interferir na sua vida e no seu bem estar, reparar os danos causados. Este recuso é usado em nossas sociedades, nas totalitárias e nas democráticas, quando se quer desviar a atenção dos reais problemas, ou para uma mobilização ideológica que, pelo seu caráter mistificador,  tende a ser alienante. É assim que são constituídos e identificados os “inimigos” que têm de ser aniquilados para que a sociedade siga o “bom curso”, sendo esse “bom curso” identificado a um interesse particular.

Destaque a importância de questionar os valores que possuímos e praticamos para que não sustentem a caracterização dos culpados sociais. Use os exemplos citados na reportagem (a caça às bruxas na Idade Média, a perseguição aos judeus na Alemanha nazista etc) e destaque a dimensão que os preceitos morais ganharam nestas situações e quais as consequências de responsabilizar indivíduos por problemas gerais.
Para finalizar, os alunos devem elaborar uma dissertação sobre o tema “Culpa, responsabilidade e produção de culpados”.

Avaliação
Considere a participação dos alunos nos debates e a dissertação para descobrir se entenderam que culpa não se restringe ao uso mais comum. Ao fazer esta análise, considere também se relacionaram culpa e responsabilidade e se, a partir desta identificação, compreenderam a produção de culpados que aparece na reportagem.

Consultoria Igor Silva Alves

Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP)

Fonte Nova Escola

http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/descubra-quem-culpa-684691.shtml

VEJA na Sala de Aula

“Os Pensamentos” de Blaise Pascal

Blaise Pascal – Um gênio assustador

Um gênio assustador! Precoce, Pascal demonstrou suas habilidades quando, aos 18 anos de idade, inventou a calculadora. Como matemático e físico, ele se converteu ao Jansenismo e se retirou para Port-Royal. Denunciou em “Les Provinciales” a moral liberal dos Jesuítas.

Mas foi em “Os Pensamentos” que fez sua defesa da religião cristã, destinada a tocar os libertinos (pessoas que negam toda religião revelada, a qual se deve demonstrar) e os céticos (que colocam tudo em dúvida). Segundo Pascal, o homem é um ser miserável, um “nada do ponto de vista do infinito universo, um tudo do ponto de vista do nada, isto é, um meio-termo entre o nada e o tudo”. Ele é incapaz de atingir a verdade, pois a razão humana é constantemente enganada pela imaginação ou outras “potências enganadoras”. Sua única esperança é Deus: ele tem tudo a ganhar apostando na existência Dele. É o famoso argumento da aposta.

Tocado pela cura miraculosa de sua sobrinha, em 24 de março de 1656, Pascal engajou-se em uma reflexão sobre a significação dos milagres, iniciando pela luta dos jansenistas contra os jesuítas e, em seguida, no debate entre cristãos e ateus. Pouco a pouco, formou-se o projeto de uma apologia da religião cristã que, em seu primeiro momento, visava apresentar os milagres como fundamento da religião. O filósofo renuncia, pois, esta argumentação no ano seguinte para trabalhar em um projeto que funda a religião sobre a Sagrada Escritura e sua interpretação simbólica. As grandes linhas desse projeto são apresentadas em uma conferência em Port-Royal em 1658. Nessa data, numerosos fragmentos foram já redigidos. Gravemente doente a partir de 1659, Pascal retomou seu trabalho apenas no outono de 1660.

Basta abrir os olhos para constatar que o comportamento dos homens é quase sempre incoerente. Nosso julgamento é inconstante, o exercício de nossa razão é perturbado pela imaginação, nós vivemos no passado e no futuro, jamais no presente e nossas mais belas ações têm por causa motivos irrisórios. O mais espantoso dessa constatação é que ela seja realizada por tão poucas pessoas. Há incoerência em nossos desejos e em nossa forma de julgar o que é o bom ou o mau para nós. Não podemos gozar de um bem até que sua perda nos torne infelizes. Nós buscamos a satisfação por meios falsos, por exemplo, querendo ser obedecidos porque nós somos belos (vaidade)! Nós somos tão incapazes de determinar o justo e o injusto que nossa sabedoria aceita a lei e os costumes de um país, em tudo o que ela tem de arbitrário.

A ideia geral do Jansenismo é a de que o homem não pode salvar a si próprio. Após o pecado original, ele pode somente esperar a graça de Deus, concedida a um pequeno número de eleitos, dom absolutamente gratuito como prova da soberana liberdade divina. Ela se opõe, assim, às ideias desenvolvidas pela Companhia de Jesus, inspiradas no teólogo espanhol Molina, segundo as quais o homem poderia realizar sua salvação no mundo, pois a assistência de Deus é concedida a cada um no momento da tentação. Essa concepção teológica permitiria, na vida moral, numerosos acomodamentos com os preceitos religiosos. Ela conciliaria, em todo caso, vida profana e vida religiosa. Ao contrário, os jansenistas são partidários do rigor, da austeridade, da retirada das armadilhas ilusórias e dos falsos pretextos do século.

Dessa forma, conforme Pascal, os filósofos que se contentam em denunciar a miséria do homem – os céticos ou pirrônicos – estão enganados; o homem possui também uma grandeza, e seria somente por isso que ele reconheceria a sua miséria e que há uma ideia de verdade. Se nossa razão é impotente para compreender os dois extremos (tudo ou nada) ela pode conhecer o meio, algumas verdades no domínio científico; nisto ela é ajudada pelo coração, que nos dá as intuições fundamentais sobre as quais ela constrói, em seguida, suas demonstrações. Não se trata de certezas inabaláveis. Também só ela não pode nos dar a fé em Deus. Somente aqueles a quem Deus deu a religião por sentimento do coração que são bem-aventurados e legitimamente persuadidos, mas aqueles que não o têm, nós não podemos dá-lo, senão pela razão. O que significa dar a fé pela razão? Conduzir o homem a tomar consciência de sua contradição e da impotência das filosofias, já que nelas se afirma e se nega de tudo, e admitir que somente a religião pode fornecer respostas satisfatórias para nossos anseios. Mas o princípio sobre o qual repousa estas respostas – o pecado original – é incompreensível pela razão. É preciso aceitar como um mistério inacessível. “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.

Por João Francisco P. Cabral

Colaborador Brasil Escola

Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU

Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP

Fonte: nova Escola

http://www.brasilescola.com/filosofia/os-pensamentos-blaise-pascal.htm

 

David Hume (1711 – 1776)

Hume pretende aplicar o método de raciocínio experimental para entender melhor a natureza humana, usar um método científico, que era usado basicamente para entender os objetos, para interpretar também as pessoas, criando assim a ciência do homem. O filósofo acreditava que se explicarmos o que e como são as pessoas, qual a essência da natureza humana, explicaremos também todas as outras ciências. Isso acontece porque todas as ciências, como a matemática e a física, estão relacionadas diretamente com as pessoas, pois a própria razão, que é o fundamento da matemática e da física, faz parte da natureza humana. Raciocinamos e filosofamos por instinto.

Tudo o que temos em nossa mente é resultado das nossas sensações. Nossas ideias são percepções, mas existem diferenças entre o sentir e o pensar, o sentir está relacionado às nossas sensações mais vivas, mais recentes e que nos marcam mais. Já o pensar está relacionado às ideias, que é uma percepção mais fraca. As ideias são como imagens que com o tempo vão perdendo cor e definição. As ideias dependem das sensações, nós só temos ideias de algo depois de percebermos esse algo. Não existem ideias inatas, ideias que nascem com as pessoas.

As ideias simples que temos através das sensações podem se relacionar e se transformar em ideias complexas através da memória e da imaginação, mas as ideias simples se associam em ideias complexas principalmente através da semelhança, da proximidade no espaço e no tempo e da relação de causa e efeito. Por exemplo, quando olhamos uma fotografia lembramos uma pessoa, pois a imagem da fotografia é semelhante à pessoa, quando pensamos em comida podemos pensar logo depois em geladeira, supermercado ou restaurante, pois geralmente a comida está próxima destes lugares, quando pensamos em gol pensamos em alguém que chutou uma bola, pois o chutar a bola é a causa e o gol o efeito.

Mas essa relação de causa e efeito não pode ser conhecida a priori, pois ela depende da experiência. Nenhuma pessoa quando for posta frente a um objeto do qual não conhece absolutamente nada vai poder raciocinar sobre ele, para que isso aconteça essa pessoa vai ter que experimentar o objeto e descobrir quais suas causas e efeitos para somente depois poder criar sobre ele ideias e conceitos.

Quando observamos algo repetidamente temos a tendência a acreditar que esse algo vai acontecer sempre, essa tendência torna-se um hábito. Através do hábito nós estabelecemos relação entre os fatos, mas isso não quer dizer que essa relação é necessária. Não é porque sempre vimos o sol se levantar toda manhã que necessariamente ele se levantará amanhã. Para Hume essa relação de necessidade existe nos eventos práticos da nossa vida, mas não existe como uma justificação racional e filosófica.

O filósofo acredita que o que chamamos de experiência e realidade nada mais é do que um conjunto de ideias e sensações, mas não existe algo que una essas percepções. Da mesma forma não existe uma subjetividade constante, não existe um eu contínuo, autoconsciente e idêntico. Não existe um princípio de identidade permanente onde cada um de nós pode dizer esse sou eu. Nós somos algo parecido com um teatro móvel e anônimo onde são representadas sensações e ideias.

Outro ponto analisado por Hume é a moral, que para ele é derivada mais dos sentimentos do que da razão. A razão pode até apoiar a moral com algumas orientações, mas o fundamento da moral são mesmo os sentimentos e especificamente os sentimentos de dor e prazer. A virtude provoca prazer e o vício a dor. Por exemplo, quando estamos diante de uma pessoa virtuosa sentimos um prazer característico, e o contrário acontece quando estamos diante de alguém com vícios. A virtude nos provoca o elogio, e o vício a censura.

A moral também não é o fundamento da religião. A religião não fundamenta nem é fundamentada pela razão ou pela ética. A religião nasce do instinto, os deuses surgem por causa do medo que temos da morte e pela inquietação com o nosso fim e a nossa existência depois dela.

Sentenças:

– O gênio está próximo do louco.

– A beleza não está no objeto, mas na mente do observador.

– O hábito é o nosso grande guia.

– Afirmações extraordinárias exigem provas extraordinárias.

– Em cada solução encontramos uma nova pergunta.

– O autodomínio da mente é limitado da mesma forma que o domínio do corpo.

– O homem é o maior inimigo do homem.

– O trabalho e a pobreza são o destino da maioria.

– A natureza é sempre maior que a teoria.

– A razão é escrava das paixões.

– Nada é mais livre que a nossa imaginação.

– Seja filósofo, mas não se esqueça de ser homem.

– As pessoas reclamam da falta de memória, mas não da falta de entendimento.

– Um milagre é a violação das leis da natureza.

– Um erro é a mãe de outro.

– A ignorância é a mãe da devoção.

Fonte: Só Filosofia

Responsável: Arildo Luiz Marconatto

  

A concepção de ciência de Karl Popper

 Popper formulou o modelo hipotético-dedutivo

Na Filosofia da Ciência contemporânea há duas tendências que avaliam os procedimentos e fundamentos do cientista. Uma é a Tendência Histórica e a outra é a Tendência Analítica.

Assim como o Círculo de Viena, Popper faz parte da Tendência Analítica que prioriza o aspecto metodológico no desenvolvimento científico, o também chamado contexto de justificação. Porém, apesar da adesão comum, Popper é, talvez, o crítico imediato de tudo o que foi estabelecido no Círculo de Viena.

Em primeiro lugar, Popper não elimina a metafísica; simplesmente, assim como Kant, tenta delimitar os campos de atuação desta e da ciência. Em segundo lugar, esta delimitação ocorre pelo fato de Popper não atentar para o conceito de significação, unicamente como critério de demarcação ou de impossibilidade da metafísica. Em terceiro lugar, Popper critica a forma de proceder por indução. Esta permitiria apenas uma semelhança de regularidade que proporcionaria uma coletânea de fatos que impossibilita que se refute uma teoria.

Por conseguinte, Popper formulou um novo método. É o modelo hipotético-dedutivo. Para Popper, a busca do conhecimento não se dá a partir da simples observação de fatos e inferência de enunciados. Na verdade, esta nova concepção pressupõe um interesse do sujeito em conhecer determinada realidade que o seu quadro de referências já não mais satisfaz. Por isso, a mera observação não é levada em conta, mas sim uma observação intencionalizada, orientada e seletiva que busca criar um novo quadro de referências.

É assim que surge o modelo hipotético-dedutivo. A partir da seleção do objeto a ser observado, e verificada a insuficiência do quadro de referências, o cientista formula uma hipótese geral da qual se deduzem consequências que permitem a possibilidade de uma experiência. Aqui já não mais é necessário verificar para atribuir significado, isto é, verdade ou falsidade, mas a tentativa é de refutar a teoria que permite o estabelecimento de um conhecimento e a possibilidade de seu desenvolvimento. É o critério da Falseabilidade.

A Falseabilidade ou sua tentativa é, pois, o critério de demarcação entre o que é científico e o que é metafísico, mítico ou poético etc., substituindo o conceito de Verificabilidade do Círculo de Viena. Para Popper, este método caracteriza (senão acentua) o aspecto criativo da ciência em detrimento ao modelo da inferência que não responde por nenhuma expectativa do sujeito/cientista.

Por João Francisco P. Cabral
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP

Filosofia – Brasil Escola

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