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Educação Integral
Por Austri Junior
Como comentei anteriormente, no post sobre a Educação Integral em São Paulo, estarei postando artigos sobre a Educação Integral no Brasil – especificamente sobre a Educação Integral nas escolas públicas – oriundos de pesquisas na internet, até culminar com um artigo de minha própria autoria, onde tecerei comentários sobre a minha experiência com a Educação Integral nas escolas da Prefeitura Municipal de Vitória, ES. Como disse também, farei algumas revelações interessantes.
Como a Educação Integral é a minha área de atuação, fico muito a vontade para tratar do tema, e evidentemente, fazer comparações e comentários segundo a minha visão. Estou aguardando o desenrolar dos fatos em Vitória, pois com a mudança de gestão, muitos boatos e nenhuma certeza rondam o “Tempo Integral” nos dias de hoje, dentro das escolas. Uns dizem que vai acabar, outros dizem que vai mudar…
Uma coisa é certa e já posso adiantar a minha opinião – que não é nenhuma novidade para os leitores que me acompanham desde 2008 aqui no blog: Se o programa em Vitória acabar, será muito bom. Se mudar (para melhor) será ótimo! Do jeito que está não pode continuar. Por enquanto, desde a sua implantação nas escolas da rede municipal de Vitória (2008), a Educação Integral (conhecida aqui com Tempo Integral, ou como “peti“), é uma grande cortina de fumaça, e um simples programinha eleitoreiro. Essa cortina de fumaça é proveniente da BOMBA que é esse pseudo  programa. O funcionamento é arcaico, um grande engodo…
A proposta do programa parece boa, mas a essência é péssima, e para piorar os fatos muitos profissionais que estão à frente do programa são verdadeiros enganadores e preguiçosos, que só têm interesse no contracheque no fim do mês.
A grande maioria dos professores da rede municipal de Vitória chamam esse pseudo programa de “TEMPO INFERNAL“, algumas pessoas ao escreverem algo relacionado ao programa, escrevem a palavra “PET “, mas nesse caso é por ignorância mesmo. Entretanto, é assim mesmo que as crianças do “peti” são tratadas em algumas escolas: Como animais. Infelizmente!
Austri Junior
Editor

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