Filhos, um tesouro inestimável!

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por Austri Junior

Filhos, um tesouro inestimável!

Para a grande maioria dos pais os filhos são o seu tesouro, e não poderia deixar de ser diferente. Evidentemente cada pessoa cuida desse tesouro segundo a sua cosmo visão, e os valores e princípios éticos, morais, sociais, religiosos…, que herdou dos seus pais, e de acordo com o conhecimento que adquiriu ao longo de sua caminhada pela vida. Pessoas com crenças e valores religiosos educam os seu filhos segundo as suas convicções e experiências religiosas. As pessoas que cultivam outros valores agirão da mesma forma, e ambas, estarão sempre buscando aquilo que pensam ser o melhor para os seu filhos.

Ao buscar o que é melhor para os filhos, os pais dão o seu melhor, fazendo o que podem, e muitas vezes até mesmo o que não podem, e isso vai da área financeira, à educação acadêmica e social. Dar o melhor para os filhos não significa enchê-los de mimos e falta de limites, muito menos o fornecimento de celulares para crianças de cinco anos de idade, ou abandoná-los à própria sorte, acompanhados de jogos eletrônicos, tablets e computadores, sem nenhuma orientação e supervisão, tenham as nossas crianças a idade que tiverem. Filhos são tesouros inestimáveis, e devemos cuidar dos nossos filhos muito mais do que cuidamos das nossas jo Continuar lendo

Se não priorizarmos a vida, só nos restarão as crises e o caos para serem administrados

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O mundo sempre esteve envolvido em crises e em conflitos. Tudo o que estamos vendo acontecer no oriente médio nos dias de hoje não é nenhuma novidade, mas isso não diminui a gravidade do problema, pelo contrário. Pelo fato de que o mundo se torna cada vez mais um lugar hostil para vivermos e criarmos os nossos filhos, é que não coseguimos olhar para a situação dos refugiados sírios sem nos sensibilizarmos e sofrermos com eles. À isso chamamos solidadriedade, misericórdia, compaixão… Todo ser humano deveria ter direito à paz ao invés de conflitos. Todo ser humano deveria ter na consciência (mente) a solidariedade, e no coração (alma, sentimento) a misericórdia e a compaixão… Mas, para muitos, ao lerem essas palavras poderão retrucar: “filosofia barata!”

E porque  a solidariedade, a compaixão e a misericórdia, que deveriam ser prioridades nas relações humanas, tornaram-se parte dos discursos religiosos, muitos tendem fechar os olhos e as mentes (as portas e as fronteiras) para as situações mais graves que envolvem crianças inocentes, idosos frágeis, mães desesperadas, pais impotentes, que vivem um caos social e um pesadelo infernal que para eles parecem não ter mais fim.

Foi por causa de atitudes como essas que o nazismo intalou-se na Alemanha, infiltrou-se na América Latina, e quase dominou a Europa. Quando olho para a situação dos refugiados sírios hoje, a minha mente é remetida ao passado, e o que vejo é uma situação semelhante àquela que desencadeou o maior ato de ódio xenofóbico contra os judeus alemães, poloneses e austríacos, que acabou gerando o maior genocídio de todos os tempos.

Para alguns pode ser exagero da minha parte, mas para aqueles que estão sendo rejeitados, presos, derrubados por reporter com uma rasteira, enquanto tentam escapar para a vida, carregando no colo um criança assustada, e sendo tratados como animais selvagens, com certeza as minhas palavras farão muito sentido. É por isso que a Alemanha de Angela Merkel tenta acolher como pode, essas famílias desesperadas, mas o povo alemão já não está mais apoiando a atitude da sua Chanceler, como no início. Lembro-me de que a história mostra que Adolph Hitler tinha o apoio da maioria do seu povo, para as atrocidades que cometeu, permitiu, e autorizou, contra a humanidade, e em seus crimes de guerra.

As relações cordiais há muito tempo perderam lugar para o ódio, para o racismo, para o medo, para a xenofobia, para o egoísmo e para a intolerância religiosa. Os seres humanos, desumanamente estão voltando ao seu estado mais primitivo, e a prova disso são as construções das “cercas embandeiradas que separam quintais”.  As palavras compaixão e misericórdia soam como discursos religiosos para os céticos, filosofia barata para os intelectuais frios, apelo e chantagem emocional para os racionalistas, e infantilidade para os que se julgam visionários maduros, e analizam tudo apenas do ponto de vista político, jurídico e  econômico. A verdade é que, se não houver o mínimo de sensibilidade à vida e aos valores humanos nenhuma política e economia poderá ser considerada, pois a organização de uma nação se faz com gentes e para as gentes. Sem pessoas não haverá nenhuma sociedade organizada, o que sobrará para o mundo resolver e administrar serão apenas o caos, as guerras e as crises humanitárias. Já estamos vivenciando isso!

Postado originalmente no Blog Austri Junior em 02.11.2015

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Refugiados

Crise na Síria

O teólogo e a teologia

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por Austri Junior

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“O teólogo é um ser muitas vezes longe de ser compreendido pelas pessoas e pelas instituições. Uma parte dos ignorantes o considera um herege, a outra parte o considera um mero religioso. Uma parte dos ingênuos pensa que ele sabe tudo, a outra parte, pensa que a teologia é Ministério. Uma parte dos inteligentes pensa que o teólogo é apenas um estudioso da Bíblia (e do cristianismo), a outra parte sabe que o teólogo, além de ser um estudioso da Bíblia e do cristianismo, é um observador das religiões, das instituições religiosas e da sociedade como um todo, o que faz do teólogo, um cientista social. Mas, os radicais intelectuais não o consideram um cientista social. Para eles, o teólogo é apenas um biblicista, e pronto. Com isso, o teólogo não encontra espaço na igreja e muito menos na sociedade. A verdade é que o teólogo é um desbravador tentando abrir caminho na mata escura, fria, dura, selvagem, e muitas das vezes hostil, na tentativa de encontrar luz e calor para si e para os que não o compreendem, por não compreenderem que a teologia vai muito além dos muros da igreja, mas que também não está somente nas salas de aulas dos seminários e das faculdades. O teólogo é aquele que deve derrubar os muros, fechar as trincheiras, construir pontes, para alcançar as ruas e as praças da cidade. Onde há gente, há teologia… A teologia não é religião!”

Ninguém sabe tudo…

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por Austri Junior

Einstein

Até Einstein disse besteiras. Se ele disse, nós também podemos dizer(?) Veja o que disse o gênio da física: “A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.” Impossível! O que caracteriza as religiões, são os seus dogmas, doutrinas, ritos e cultos.

Eu também não gosto de dogmas e doutrinas, e se dependesse da minha vontade eles seriam suprimidos, mas isso é impossível. Entretanto, confundir teologia com religião é ignorância ao extremo. Coisa de quem não conhece as religiões e muito menos ainda, não conhece nada de teologia. Criticar apenas por ser contra, e sem nenhum conhecimento é assinar atestado de burrice, ignorância, ingenuidade e intolerância. Podemos ser gênios na matemática, na física, na química…, ou em qualquer outra área do conhecimento, mas isso não quer dizer que conhecemos todas as ciências e todos os assuntos. Se não conhecemos, devemos nos calar. É certo que nesse caso, o Eintein emitiu a sua opinião pessoal, e a sua opinião de ateu ( se é que ele disse mesmo isso).

A TEOLOGIA NÃO É RELIGIÃO E ESTÁ ACIMA DE TODAS ELAS. A TEOLOGIA É CIÊNCIA!

Embora muitos teólogos não concordam com essa definição sobre a teologia eu insisto: a teologia é a ciência que estuda, analisa, interpreta, questiona… as religiões e os seus livros e textos sagragrados, bem como os seus dogmas, doutrinas, cultos e ritos. Portanto, suprimir a teologia em relação à religião, é como suprimir a matemática da física, suprimir a botânica da biologia, ou pior ainda: suprimir a história de todas as áreas do conhecimento.

Nem tudo o que reluz é ouro, e Einstein deu prova disso, quando disse ou escreveu essa frase, repito: se é que foi ele quem disse ou escreveu isso. Se foi, ele demonstrou que não foi feito só de ouro, mas que também possui partes de latão, assim como todos nós. Nesse caso, eu o chamaria de “Dr. frankEisntein”, pois ele deformou terrivelmente a teologia. Deformou a teologia simplesmente por falta de conhecimento e por intolerância. Ingenuidade de um gênio!

Atualizado e reeditado por Austri Junior em 02/07/2015, as 19:14hs

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